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De Wikipesca
Gostaria de dividir com os amantes da pesca esportiva uma tática que tenho utilizado e quem tem dado bons resultados. Esta técnica consiste em utilizar o pão de queijo (feito no dia e/ou amanhecido) como isca. A montagem é bem simples; pesco sempre com vara duas partes 20/40 lb. e linha 0.28 mm(multifilamento) e/ou 0.40 mm monofilamento, ambas com leader de fluorcarbon 0.42 mm de aproximadamente 15 a 20 cm, usando este diretamente no anzol (maruseigo,robaleiro e/ou caranheiro) 5/0. Uso um girador compatível com a linha usada no dia (nº08 ou 10) sendo o primeiro para multifilamento e o segundo para monofilamento e sendo este o ponto de ligação entre as linhas e o leader (dispensando assim aqueles nós complicados); uso na parte de junção das linhas com o girador uma borracha de proteção uma vez que também uso uma chumbada pesada que, com os arremessos, pode danificar o nó e/ou romper a linha pela "roçagem". Um ponto a ser observado é que, mesmo sendo uma chumbada pesada, esta ficará sempre solta na linha servindo apenas de peso para a alavanca (arremesso) e que, em águas mais lóticas (rápidas) manterá a isca sempre no local desejado quando do http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.baixaki.com.br/imagens/wpapers/BXK20020_peixes800.jpg&imgrefurl=http://www.baixaki.com.br/papel-de-parede/8204-peixes.htm&h=768&w=1024&sz=172&tbnid=sv5pPvLRHN40zM:&tbnh=113&tbnw=150&prev=/images%3Fq%3Dfotos%2Bde%2Bpeixes&hl=pt-BR&usg=__4LIAFCTF0UdO5sJyv2R5iGQMDOI=&sa=X&ei=DDAnTJeCCYG8lQeWje20Aw&ved=0CB4Q9QEwAQ Trata-se de um dos killifishes mais populares entre os hobbystas, sua fácil manutenção e reprodução o faz uma ótima escolha para quem esta querendo se aventurar no mundo da killifilia. É um peixe africano e esta distribuído da Nigéria até Camarões, possui muitas populações com características próprias de cada localidade como por exemplo N’sukka, Udi Mountain, Lafia entre outras. É um semi anual, ou seja, possui características tanto dos anuais (desovam no substrato e passam por um período de dipausa) quanto dos não anuais (desovam em raízes de plantas e não passam por dipausa) mas no caso do gardneri o método usado com os não anuais é mais conveniente.
A água deve ter pH levemente ácido, temperaturas amenas de em média 23ºC. Assim como muitos não anuais e semi anuais é um ótimo saltador e por isso o aquário sempre deve ser tampado para evitar perda de indivíduos. Este killi acei (...) Comentários (0)
October 22nd, 2008 Archocentrus nigrofasciatus (Guatemala) Quando se fala em Acará do Congo muita gente reconhece o peixe, mas ao se falar em Guatemala, raramente alguém saberá de qual espécie está se falando. Isso acontece porque o Archocentrus nigrofasciatus é conhecido na maioria das regiões do Brasil pelo nome de Acará do Congo, nomenclatura errada apesar de se tratar de um nome popular, já que o peixe é originário da América Central, bem distante do Congo, um país da África.
Acredia-se que esse nome foi dado devido à tradução de "Convict Cichlid", nome pelo qual o Guatemala é conhecido em vários países de língua inglesa, ao se traduzir para o português, a palavra "convict" foi traduzida para "congo" por pessoas sem a devida compreensão da língua inglesa, que reconheceram alguma semelhança na pronúncia das duas palavras. O Ciclídeo do Congo, passou a se chamar então Acará do Congo, já que muitos membros (...) Comentários (0)
October 22nd, 2008 Taenicara candidi Originalmente descrito em 1936 como Apistogramma weisei, este belo ciclídeo anão foi renomeado para Taeniacara candidi em homenagem ao doador dos primeiros espécimes encontrados e que serviram de base para a identificação da espécie, E. Candidus. O nome Taeniacara faz referência a faixa preta que percorre seu corpo de for longitudinal e tem origem na junção de duas palavras: taenia, que do latim significa linha, listra, faixa, e acara, nome nativo para ciclídeo.
As características peculiares da Taeniacara a tornam inconfundível. Seu corpo alongado, nadadeira dorsal baixa, cauda longa e lanceolada em machos adultos são algumas delas. As taenicaras também apresentam uma larga faixa lateral, que se estende dos olhos até a base da cauda. As fêmeas apresentam certo colorido na nadadeira caudal, diferentemente da maioria das fêmeas de Apistogramma, podendo até mesmo ser lanceolada, ap (...) Comentários (0)
October 22nd, 2008 Gyrinocheilus aymonieri (Comedor de Algas Chinês) O Comedor de Algas Chinês ou CAC, como também é conhecido, pode ser tanto um ótimo companheiro no controle das algas no aquário como um pesadelo na vida do aquarista, é uma típica "faca de dois gumes" que é preciso saber quando e como usá-la para não se dar mal.
Isso é explicado pelo fato de que quando jovem, o Gyrinocheilus aymonieri até se alimenta de algumas algas, utilizando a sua boca em forma de ventosa, o que facilita a captura de algas como as "green spot", mas ao mesmo tempo ele poderá perseguir algumas espécies de peixes que habitam o mesmo aquário, principalmente os peixes que possuem uma área corporal que permita ao CAC percorrê-las em busca de alimento, que no caso, seria o muco que protege o corpo do animal. Isso faz do CAC uma péssima companhia para peixes como o Acará Bandeira, e principalmente a Acará Disco. Além disso, o peixe se habitua fa (...) Comentários (0)
October 22nd, 2008 Potamotrygon sp. (Arraia de Água Doce) Alvos do desejo de muitos aquaristas, principalmente os iniciantes quando tem seu primeiro contato visual com uma Arraia de Água doce no aquário de alguma loja, os membros da família Potamotrygonidae não são indicados para serem mantidos em qualquer aquário.
Um aquário para uma Arraia de Água Doce deve possuir algumas características que serão fundamentais para a manutenção do animal, começando pelo substrato que deve ser de areia neutra bem fina, isso porque a Arraia gosta de se enterrar na areia para se sentir mais protegida, chegando até a ficar da cor do fundo no caso de algumas espécies, além disso a areia é seu principal local de alimentação, onde ela revolve em busca de microorganismos, entre eles pequenos crustáceos e moluscos, e não será porque é mantida em um aquário que vai perder este hábito. Um substrato diferente a impedirá de se comportar de maneira natural, poden (...) Comentários (0)
October 22nd, 2008 Lepisosteus ssp. (Gar, Boca de Jacaré) Lepisosteus e Atractosteus, também chamados de Peixe Agulha, Boca de Jacaré ou Gar, são geralmente encontrados na América Central e do Norte, são peixes primitivos e predadores. A família Lepisoteidae é composta por dois gêneros, são eles Lepisosteus e Atractosteus.
Atractosteus, são os Gars mais parecidos com jacaré, por ter sua boca mais larga e serem maiores e mais largos que os Lepisosteus. O Atractosteus spatula disputa a colocação do maior peixe de água doce do mundo, perde somente para o Pirarucu. Existem somente três variedades de Atractosteus. Lepisosteus, são os menores, tendo o bico e o corpo mais fino. O menor Lepisosteus é o Lepisosteus platostomus que costuma ficar com 60cm em aquários mas podendo alcançar até 90cm em alguns casos.
Os Gars são peixes pacíficos, porém são ótimos predadores de emboscada, comem tudo que couber em sua boca. Na natureza costumam se (...) Comentários (1)
October 22nd, 2008 Melanochromis auratus (Auratus) “Um harém, mordomia e muita briga! Pra que mais?”. Um dos mais belos espécimes de ciclídeos africanos, os famosos CAs, é o auratus. Dono de um temperamento nada amigável e cara de poucos amigos parecem ser uma constante com esse ciclídeo tão amado pelos aquaristas de todo o mundo
Apesar de ser um peixe que não ultrapassa grandes proporções, cerca de 10 cm, o auratus necessita de grandes espaços para que possa nadar com toda desenvoltura de um verdadeiro CA. Portanto um aquário de capacidade mínima para 200 litros, já é suficiente para manter um macho e seu pequeno harém (4 fêmeas já o deixarão mais tranqüilo), visto que a agressividade do macho não poupa nem mesmo as fêmeas que por sua vez são mais calmas e pacíficas que ele.
Dois machos no mesmo tanque não é aconselhável, pois brigariam até a morte de um deles, mas já houve casos que dois machos foram colocados bem jovens no (...) Comentários (0)
October 18th, 2008 Neon Tetra Disease - Doença do neon Sintomas: A doença do neon ou “neon tetra disease” atinge principalmente Neons Cardinais, mas pode atingir varias outras espécies de peixes. Ao ingerir alimento contaminado pelo parasita, este se instala no intestino do peixe e se espalha na parede intestinal, produzindo cistos dentro do tecido do músculo, que passa a necrosar, sendo possível nesse momento verificar a perda da coloração na faixa azul superior do peixe. A faixa fica branca/opaco na parte de trás até a cauda. Os sintomas são perda da coloração, nado irregular, irregularidade da coluna devido a formação dos cistos do parasita.
Profilaxia: Manter a água do aquário em boas condições, efetuando sifonagem para retirada de matéria orgânica que venha a se decompor e trocas parciais de água, dando manutenção periódica no sistema de filtragem, oferecendo boa alimentação aos peixes e efetuando quarentena para novos habitan (...) Comentários (0)
